Podemos fazer uma relação bastante siguinificativa com saude, doença e cura, no livro de Jorge Amado "Capitães da areia". O livro conta a historia de menores abandonados infratores que vivem nas ruas de Salvador realizando assaltos. Esse grupo de jovens, de 9 até 16 anos fazem parte do bando com o nome de "Capitaes da areia" que é comandado por Pedro Bala( O chefe do grupo, com 15 anos). Esse bando vive em um trapiche abandonado. As condições de higiene desse local são autamente precarias, os jovens dormem sob papelões junto com ratos, baratas. "E desde esta noite uma grande parte do capitães da areia dormia no velho trapiche abandonado, em companhiados ratos, sob lua amarela"
Isso nos leva a pensar sobre o conceito de envelhecer, esses "meninos" considerados crianças, possuem uma malandragem para a vida, um senso comum enorme que poucas pessoas com mais idade conseguem ter. Desde do nascimento convivem com questões de preconceito, fome, miseria, doenças, abandono... E sobrevivem mostrando até certa felicidade e prazer pela vida.
O cenario do livro é a bela cidade do Salvador, a qual o autor, Jorge Amado, descreve perfeitamente bem não só nos aspectos físicos, mas também em seu contexto social, a saude das pessoas naquela época com as epidemias que assombravam a população e principalmente o contexto religioso, o candoblé.
Quando um dos "Capitães da areia" adoecia, que era algo frequente devido as suas condições de vida, não procuravam um médico, muitos não sabiam nem o que era um médico, eles procuravam algo que estava mais cerca da sua realidade, cultura... Uma mãe de santo Don'aninha, descrita assim pelo autor: ''Por ultimo Don'aninha veio aonde estavam os Capitães da areia, seus amigos de há muito, porque são amigos da grande mãe-de-santo todos os negros e todos os pobres da Bahia. Para cada um ela tem uma palavra amiga e maternal. Cura doenças, junta amantes, seus feitiços matam homens ruim.''
A cultura dos capitaes da areia, e suas condiçoes sociais o levaram a bucar no mítico a busca pela sua cura.
domingo, 20 de março de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Amor Eterno - Rabindranath Tagore
"Parece que eu vos amei, em inúmeras formas, inúmeras vezes,
Em vida após vida, na idade após idade sempre.
Meu coração tem feitiço-vinculados faz e se refaz o colar de músicas
Que tome como um dom, desgaste volta do pescoço em sua múltiplas formas
Em vida após vida, na idade após idade sempre.
Sempre que ouço antigas crônicas de amor, o seu antigo dor,
Seu antigo conto de estarem separados ou em conjunto,
Como eu olhar sobre e sobre para o passado, no final você emergir
Folheados à luz de uma pole-star piercing na escuridão do tempo:
Você tornar-se uma imagem do que é lembrada para sempre.
Você e eu temos aqui flutuou sobre o córrego que traz desde a fonte
No coração do amor de uma hora para outra.
Nós temos jogado ao lado de milhões de amantes, partilhada na mesma
Shy doçura da reunião, a mesma angustiante lágrimas de despedida --
Antigo amor, mas em formas que renovar e renovar para sempre. "
Em vida após vida, na idade após idade sempre.
Meu coração tem feitiço-vinculados faz e se refaz o colar de músicas
Que tome como um dom, desgaste volta do pescoço em sua múltiplas formas
Em vida após vida, na idade após idade sempre.
Sempre que ouço antigas crônicas de amor, o seu antigo dor,
Seu antigo conto de estarem separados ou em conjunto,
Como eu olhar sobre e sobre para o passado, no final você emergir
Folheados à luz de uma pole-star piercing na escuridão do tempo:
Você tornar-se uma imagem do que é lembrada para sempre.
Você e eu temos aqui flutuou sobre o córrego que traz desde a fonte
No coração do amor de uma hora para outra.
Nós temos jogado ao lado de milhões de amantes, partilhada na mesma
Shy doçura da reunião, a mesma angustiante lágrimas de despedida --
Antigo amor, mas em formas que renovar e renovar para sempre. "
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